Novo Minha Casa, Minha Vida inclui famílias com idosos; veja regras

Famílias que cuidam de pessoas com 60 anos ou mais podem participar do programa com prioridade em algumas unidades.

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O novo Minha Casa, Minha Vida, programa habitacional do governo federal, agora inclui famílias que convivem com idosos, com regras específicas e, em alguns casos, atendimento prioritário na seleção de unidades. A medida foi anunciada pelo Ministério das Cidades e tem como base as disposições do Estatuto da Pessoa Idosa.

De acordo com a pasta, famílias com moradores de 60 anos ou mais podem se inscrever no programa. Esse grupo integra a lista de públicos prioritários, o que influencia a distribuição das moradias. Além disso, os imóveis devem atender a critérios de acessibilidade e segurança, considerando limitações de mobilidade e outras necessidades específicas da idade avançada.

As faixas de renda do Minha Casa, Minha Vida para idosos são as mesmas das demais modalidades do programa. A renda familiar mensal determina o tipo de financiamento disponível, com limites que chegam a R$ 13 mil. As faixas são organizadas da seguinte forma: Faixa 1 (renda até R$ 3.200), Faixa 2 (de R$ 3.200,01 a R$ 5.000), Faixa 3 (de R$ 5.000,01 a R$ 9.600) e Faixa 4 (até R$ 13 mil).

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No modelo atual, não há inscrição centralizada ou seleção única obrigatória. A família pode escolher o imóvel desejado, desde que esteja dentro das regras do programa e devidamente regularizado, respeitando os limites de renda. Após a escolha, o processo segue para uma instituição financeira habilitada, que analisa o crédito e formaliza o contrato de aquisição.

A legislação também determina uma reserva mínima de unidades para idosos. Conforme a Lei nº 14.423/2022, pelo menos 3% dos imóveis construídos com recursos públicos devem ser destinados a pessoas idosas. Essa regra força incorporadoras e gestores públicos a reservarem parte dos empreendimentos para esse público, garantindo adaptações estruturais e maior segurança.

A destinação mínima busca ampliar o acesso à moradia digna para idosos, especialmente em projetos financiados com verbas públicas. Na prática, cada conjunto habitacional vinculado ao programa deve prever uma fração específica de imóveis voltados a esse público, respeitando normas de acessibilidade e prioridade previstas na legislação brasileira.

Com a medida, o governo espera atender melhor as necessidades habitacionais da população idosa, que muitas vezes enfrenta dificuldades de locomoção e adaptação em residências comuns. Os imóveis reservados devem contar com adaptações como barras de apoio, portas largas, pisos antiderrapantes e outros itens de acessibilidade.

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Os interessados devem procurar a prefeitura ou a instituição financeira habilitada para obter informações sobre a disponibilidade de unidades e os critérios de prioridade. O Minha Casa, Minha Vida continua sendo um dos principais programas de habitação popular do país, beneficiando milhões de famílias desde sua criação.

Para mais detalhes, as informações completas estão disponíveis no site do Ministério das Cidades e nos canais oficiais do programa. A iniciativa reforça o compromisso do governo com a inclusão social e a melhoria da qualidade de vida dos idosos brasileiros.

Fonte: ND+

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