O Itaú acumulou perdas de, pelo menos, R$ 21,19 bilhões nos últimos dez anos devido a dívidas de grandes empresas que entraram em recuperação judicial. O banco figura como um dos maiores credores em processos como os das Americanas, Odebrecht e Oi, entre outros.
Na recuperação judicial das Americanas, a exposição do Itaú (incluindo fundos) era de R$ 4,3 bilhões, valor corrigido para R$ 5,059 bilhões pelo IPCA. Na Odebrecht, ainda restam R$ 7,335 bilhões a serem pagos. Já nas duas recuperações da Oi, os valores somados chegam a R$ 5,088 bilhões corrigidos.
Outros casos incluem a Sete Brasil (falida, com R$ 2,157 bilhões em créditos sem garantia, posteriormente vendidos), Ambipar (R$ 672 milhões), Light (R$ 124 milhões) e Grupo Schahin (R$ 756 milhões). O banco tem se antecipado para vender carteiras podres, reconhecendo o prejuízo antes que as dívidas se tornem incobráveis.
Fonte: Metrópoles
































