O governador Eduardo Leite e o vice-governador Gabriel Souza encerraram, na terça-feira (5/5), o roteiro de agendas da reconstrução no Vale do Taquari com a participação em um evento, em Encantado, organizado por um movimento de empresários e entidades locais. A iniciativa teve como objetivo reconhecer e agradecer o volume de investimentos realizados pelo governo do Estado na região, que inclui quase R$ 1 bilhão em obras rodoviárias, além de ações em habitação, infraestrutura e proteção contra cheias após as enchentes de 2024.
O encontro reuniu lideranças regionais, representantes de entidades e do setor produtivo. Durante a programação, o presidente da Câmara da Indústria, Comércio e Serviços (CIC) do Vale do Taquari, Ângelo Fontana, destacou a série de obras e ações viabilizadas nos municípios com apoio do Estado, ressaltando a liderança de Leite e Gabriel no enfrentamento do período mais crítico vivido pela região. Ele também apresentou demandas de obras prioritárias para cidades do Vale, pleiteando inclusão em futuros investimentos.
Em sua fala, o governador contextualizou o cenário encontrado no início da gestão e a transformação promovida para viabilizar os atuais investimentos. “O Rio Grande do Sul que nós assumimos era um Estado na sua mais profunda crise fiscal, que ficou cinco anos sem conseguir pagar salários em dia. Foi preciso fazer ajustes duros para reorganizar as contas e recuperar a capacidade de investimento”, afirmou.

Leite destacou que essa recuperação foi determinante para a resposta aos eventos climáticos recentes. “Imaginem se essa tragédia tivesse acontecido antes de colocarmos a casa em ordem. A nossa dor seria muito maior. Hoje conseguimos investir na reconstrução porque fizemos a lição de casa e passamos a ter capacidade financeira e administrativa para agir”, disse.
O vice-governador, que também preside o Conselho do Plano Rio Grande, relembrou os momentos de crise vividos nas cheias de 2023 e 2024 no Vale do Taquari, onde coordenou as ações emergenciais. Gabriel também enfatizou a importância do equilíbrio fiscal para a reconstrução do Estado.

“Estive aqui nos momentos da pior tragédia climática que vivemos e vi de perto tudo o que essa região sofreu. Mas o futuro nos reserva coisas muito boas. Estamos fazendo obras importantes, que irão melhorar a capacidade logística e o escoamento da produção, oferecendo mais desenvolvimento para um Estado mais empreendedor, com mais liberdade econômica, que ofereça oportunidade para todos e não deixe ninguém para trás. E isso é o que eu sempre encontrei aqui no Vale do Taquari. Nenhum governo atua para ser reconhecido depois. O que nos move é melhorar a vida das pessoas, mas olhar para trás e ver o que foi feito é também uma forma de ver que estamos no caminho certo”, ressaltou Gabriel.
Durante o evento, Leite e Gabriel ressaltaram a complexidade das ações em andamento. O Estado hoje executa um volume histórico de obras e projetos em diversas regiões de forma simultânea, o que exige equipe técnica, contratação e execução qualificada. No entanto, agora, as obras começam a entrar num ritmo mais acelerado, e as cidades atingidas terão mais entregas ao longo dos próximos meses, além de outras que ficarão encaminhadas para que sejam desenvolvidas no futuro.

Por fim, o governador reforçou a importância do engajamento coletivo na reconstrução. “O Plano Rio Grande não é de um governo, é do povo do Rio Grande do Sul. Precisamos que a sociedade se aproprie dele para que tenha continuidade nos próximos anos. Estamos avançando muito em pouco tempo e, com união, vamos construir um Estado mais forte e resiliente”, concluiu.
Plano Rio Grande
Liderado pelo governador, o Plano Rio Grande é um programa de Estado criado para proteger a população gaúcha, reconstruir o Rio Grande do Sul e torná-lo ainda mais forte e resiliente, preparado para o futuro. O Rio Grande do Sul e o Brasil nunca tiveram, até aqui, um plano estruturado com essa finalidade.
Texto: Carlos Ismael Moreira/Secom e Dayanne Rodrigues/Ascom GVG
Edição: Secom

































